Seria soberbo este outubro se chovesse. Mas Maria despediu-se de havianas no pé e no saco se vasculha-se não duvido que bronzeadores e toalhas. Fiquei em casa acromo engolido no sofá sorvendo as luminárias exepções de outubro, não poucas, outubro de outro hemisfério. Dia quinze, hoje. Dia de desacerto, nem praia com e como a Maria, nem passeio, nem arrebanhando às quinze como marcado no Marquês. "Apartidário, laico e pacifico" e ainda assim como móbil a recusa à obediência ao projecto politico que caldeia nos dias rubros de outubro. Seria soberbo se chovesse. Talvez no Marquês só ele proprio reinvidicando aos escultores o abrigo dum guarda-chuva, dispensando o leão que à força da natureza, bem o sabe ele, que poder algum nenhum préstimo. Porventura aquele 13 de janeiro um janeiro doutro hemisfério, mais quente e mais propenso a manifestações de poder. Aliás, não vejo sumptuosidade alguma nos servidores de sua magestade atrapalhados procurando mãos suficientes para paus, espadas, lanças, chapéus-de-chuva...Mas pronto, se não aproveitam a praia e os jardins não afeemos a iniciativa, mas também não desege-mos sol que chovendo me apetece mais a fome do sofá e a necessidade do estudo.
A Maria talvez não reclame a soberba a outubro, e eu talvez considere em homenagem a ela.
Sem comentários:
Enviar um comentário